O que é o Leitor XML?

O site www.leitorxml.com.br lê um arquivo XML e exibe de maneira legível a humanos. Se algum conteúdo exibido não corresponder ao esperado ou não ser possível sua leitura em razão de erros no código do arquivo XML informado, a responsabilidade é exclusiva de quem gerou/emitiu o arquivo XML, não deste site. Caso algum dado exibido estiver em divergência com o conteúdo real contido no XML, notificar através do e-mail contatonfe@leitorxml.com.br.

O site não faz nenhum tipo de consulta ao site da Sefaz ou qualquer outro site externo, somente lê o arquivo informado e exibe. Portanto, não é possível exibição de campos que não estejam declarados no arquivo XML e nem consultar status na Sefaz de XML fiscal.

O site www.leitorxml.com.br não lê outros tipos de arquivo que não sejam de extensão *.XML.

Para sua segurança, a utilização do Leitor XML ocorre em ambiente criptografado. Leitor XML: ambiente criptografado

 
Arquivos XML lidos pelo site www.leitorxml.com.br:
  • Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)
  • Cancelamento, Inutilização e Lote de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)
  • Nota Fiscal Eletrônica de Serviço (NFS-e) no padrão ABRASF
  • Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e)
  • Cancelamento e Inutilização de Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e)
  • Capa de Lote Eletrônica (CL-e)
  • Evento Carta de Correção Eletrônica (CC-e)
  • Evento Manifestação do Destinatário
  • Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e)
  • Sistema Empresa de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social (SEFIP)
  • Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC)
  • SMS | Bate-Papo MSN
Outros tipos de XML serão também exibidos, porém com formatação padrão.
O que é XML?

XML (Extensible Markup Language) é uma recomendação da W3C (World Wide Web Consortium) para gerar linguagens de marcação para necessidades especiais: o arquivo XML é utilizado por soluções denominadas Webservices com o fim de integrar sistemas e realizar a comunicação entre aplicações diferentes.


 
Desta forma, o arquivo XML tem a finalidade de interagir o sistema da Secretaria da Fazenda com o sistema do emissor de NF-e, CTe, CC-e, etc, tornando todo processo fiscal digital, automático, mais ágil e com menor possibilidade de erros ou sonegações.

O arquivo XML é, por esse motivo, o arquivo digital de sua NFe, CTe, CCe, etc. Observe que somente com DANFE, DACTE, DAMDFE, etc, não é possível sistemas computacionais interagirem por serem papel, não sendo portanto considerados arquivos fiscais, mas somente documentos auxiliares.

O XML não é para ser lido por humanos, mas por softwares. Por isso o Leitor XML foi criado.

 
O emissor e o destinatário do XML possuem a obrigação de arquivá-lo pelo tempo determinado por lei.

O que é NFe?

O Projeto NFe (Nota Fiscal Eletrônica) tem como objetivo a implantação de um modelo nacional de documento fiscal eletrônico que venha substituir a sistemática atual de emissão do documento fiscal em papel, com validade jurídica garantida pela assinatura digital do remetente, simplificando as obrigações acessórias dos contribuintes e permitindo, ao mesmo tempo, o acompanhamento em tempo real das operações comerciais pelo Fisco.

De maneira simplificada, a empresa emissora de NFe gerará um arquivo eletrônico contendo as informações fiscais da operação comercial, o qual deverá ser assinado digitalmente, de maneira a garantir a integridade dos dados e a autoria do emissor. Este arquivo eletrônico, que corresponderá a Nota Fiscal Eletrônica (NFe), será então transmitido pela Internet para a Secretaria da Fazenda de jurisdição do contribuinte que fará uma pré-validação do arquivo e devolverá um protocolo de recebimento (Autorização de Uso), sem o qual não poderá haver o trânsito da mercadoria. A NFe também será transmitida para a Receita Federal, que será repositório nacional de todas as NFe emitidas (Ambiente Nacional) e, no caso de operação interestadual, para a Secretaria de Fazenda de destino da operação e Suframa, no caso de mercadorias destinadas as áreas incentivadas.

Para acompanhar o trânsito da mercadoria, será impressa uma representação gráfica simplificada da Nota Fiscal Eletrônica, intitulado DANFE (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica), em papel comum, em única via, que conterá impressa, em destaque, a chave de acesso para consulta da NFe.
O DANFE não é uma nota fiscal, nem substitui uma nota fiscal, servindo apenas como instrumento auxiliar para consulta da NFe.


 
A NF-e existe em formato XML lido pelo Leitor XML.
O que é NFSe?

A Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFSe) é um documento de existência exclusivamente digital, gerado e armazenado eletronicamente pela Administração Tributária Municipal ou por outra entidade conveniada, para documentar as operações de prestação de serviços. A geração da NFSe será feita, automaticamente, por meio de serviços informatizados, disponibilizados aos contribuintes. Para que sua geração seja efetuada, dados que a compõem serão informados, analisados, processados, validados e, se corretos, gerarão o documento. A responsabilidade pelo cumprimento da obrigação acessória de emissão da NFSe e pelo correto fornecimento dos dados à Administração Tributária Municipal, para a geração da mesma, é do contribuinte.

Cada município opta pelo sistema que preferir, porém O projeto Nota Fiscal de Serviços Eletrônica está sendo concebido em reuniões das áreas de Negócio e Tecnologia da Informação com os representantes dos municípios integrantes da Câmara Técnica da Associação Brasileira de Secretários e Dirigentes das Finanças dos Municípios das Capitais (ABRASF), que tiveram como principal objetivo a geração de um modelo de processo que considerasse as necessidades e as legislações de cada município. O projeto tem como objetivo atender ao “Protocolo de Cooperação ENAT n° 01/2006 - III ENAT”, que instituiu a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica – NFSe com vistas ao compartilhamento de informações entre os fiscos municipais, estaduais e federal, por meio do desenvolvimento de uma solução para a geração desse documento fiscal eletrônico como instrumento de controle da arrecadação e fiscalização do ISS.

O Leitor XML lê somente NFSe emitida conforme padrão ABRASF

O que é CCe?

A Carta de Correção é um evento para corrigir as informações da NFe. O autor do evento é o emissor da NFe. A mensagem XML do evento será assinada com o certificado digital que tenha o CNPJ base do Emissor da NFe.

O evento será utilizado pelo contribuinte e o alcance das alterações permitidas é definido no § 1° do art. 7° do Ajuste SINIEF S/N, que transcrevemos a seguir:

“Art. 7° Os documentos fiscais referidos nos incisos I a V do artigo anterior deverão ser extraídos por decalque a carbono ou em papel carbonado, devendo ser preenchidos a máquina ou manuscritos a tinta ou a lápis-tinta, devendo ainda os seus dizeres e indicações estar bem legíveis, em todas as vias. (...)

§ 1°-A Fica permitida a utilização de carta de correção, para regularização de erro ocorrido na emissão de documento fiscal, desde que o erro não esteja relacionado com:
I - as variáveis que determinam o valor do imposto tais como: base de cálculo, alíquota, diferença de preço, quantidade, valor da operação ou da prestação;
II - a correção de dados cadastrais que implique mudança do remetente ou do destinatário; III - a data de emissão ou de saída.”

O registro de uma nova Carta de Correção substitui a Carta de Correção anterior, assim a nova Carta de Correção deve conter todas as correções a serem consideradas.


 
A CC-e existe em formato XML lido pelo Leitor XML.
O que é CTe?

O Conhecimento de Transporte Eletrônico (CTe) está sendo desenvolvido, de forma integrada, pelas Secretarias de Fazenda dos Estados, Receita Federal do Brasil, representantes das transportadoras e Agências Reguladoras do segmento de transporte, a partir da assinatura do Protocolo ENAT 03/2006 (10/11/2006), que atribuiu ao Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais (ENCAT) a coordenação e a responsabilidade pelo desenvolvimento e implantação do Projeto CTe.

O Conhecimento de Transporte Eletrônico (CTe) é um documento de existência exclusivamente digital, emitido e armazenado eletronicamente, com o intuito de documentar uma prestação de serviços de transportes, cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e a Autorização de Uso fornecida pela administração tributária do domicílio do contribuinte.

Para acobertar a prestação de serviço de transporte deverá ser impressa uma representação gráfica simplificada do Conhecimento de Transporte Eletrônico, intitulada DACTE (Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico).
O DACTE não é um Conhecimento de Transporte, nem o substitui, servindo apenas como instrumento auxiliar para o transporte da mercadoria e consulta do CTe.


 
O CT-e existe em formato XML lido pelo Leitor XML.
O que é SEFIP?

SEFIP é a sigla para Sistema Empresa de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social.
Desenvolvido pela CAIXA, permite aos empregadores/contribuintes:
  • Consolidar os dados cadastrais e financeiros da empresa e dos trabalhadores;
  • Gerar a Guia de Recolhimento do FGTS (GRF) e o arquivo de informações a serem utilizadas pelo Fundo.

Com o aplicativo SEFIP, o processo de recolhimento da GRF e/ou transmissão de informações à Previdência Social é muito ágil e seguro. Fica mais fácil cumprir com as obrigações sociais e, assim, não sofrer penalidades.


 
O SEFIP gera um comprovante em formato XML lido pelo Leitor XML.
O que é SNGPC?

SNGPC é a sigla para Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados.

O consumo indevido de medicamentos em geral, e de psicotrópicos em particular, representa um grande problema de saúde pública. Os anabolizantes e derivados anfetamínicos se destacam entre os medicamentos utilizados como drogas de abuso. (...)é necessário, portanto, bem como responder de forma efetiva à sociedade, fortalecendo a ação fiscalizatória dos órgãos competentes, frente ao uso abusivo e indiscriminado dos medicamentos entorpecentes, psicotrópicos e seus precursores.

Para fazer frente a esta crescente demanda por informação confiável e consistente que permita ao Sistema Nacional de Vigilância Sanitária realizar suas ações fundamentadas no gerenciamento do risco da utilização indevida dos medicamentos controlados, a Anvisa iniciou o desenvolvimento do SNGPC.

Nesse aspecto, o desenho informático do SNGPC adotado nesta versão privilegia a adoção de padrões na transmissão de dados proporcionando meios de realizar a escrituração das movimentações de forma totalmente digital e buscando a integração com os sistemas de gerenciamento já existentes nas farmácias.

Para garantir esta característica, foi estabelecido um padrão de transmissão de dados, com o qual os sistemas das farmácias e drogarias deverão ser compatíveis para permitir a transmissão eletrônica à Anvisa.


 
O SNGPC gera um arquivo em formato XML lido pelo Leitor XML.
O que é MDFe?

MDFe é a sigla para Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais.

Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e) é o documento emitido e armazenado eletronicamente, de existência apenas digital, para vincular os documentos fiscais utilizados na operação e/ou prestação, à unidade de carga utilizada no transporte, cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e autorização de uso pela administração tributária da unidade federada do contribuinte.

O MDF-e deverá ser emitido por empresas prestadoras de serviço de transporte para prestações com mais de um conhecimento de transporte ou pelas demais empresas nas operações, cujo transporte seja realizado em veículos próprios, arrendados, ou mediante contratação de transportador autônomo de cargas, com mais de uma nota fiscal.

A finalidade do MDF-e é agilizar o registro em lote de documentos fiscais em trânsito e identificar a unidade de carga utilizada e demais características do transporte.


 
O MDFe existe em formato XML lido pelo Leitor XML.
O que é CLe?

CLe é a sigla para Capa de Lote Eletrônica.

A Capa de Lote Eletrônica é um projeto desenvolvido e implantado pela Secretaria de Estado da Fazenda do Amazonas, em espírito de cooperação com as demais unidades da federação e com o ENCAT – Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários.

Tem por objetivo facilitar e agilizar o procedimento de registro de passagem de mercadorias no atendimento dos contribuintes/transportadores nos postos de fiscalização de todo o país.

A CL-e contém, basicamente, a identificação da Unidade de Carga (ex. placa da carreta), a relação de todos os DANFES transportados, além de um código de barras identificador. A CL-e permite que, com uma única leitura do seu código de barras identificador, seja registrada a apresentação de todas as NF-e da unidade de carga. A CL-e é emitida pelo próprio transportador ou contribuinte que opere com cargas próprias.


 
A CLe existe em formato XML lido pelo Leitor XML.
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